+55 51 3336.0890
  Av.Ipiranga, 6690 Centro Clínico da PUC - 3º andar - Sala 302

2012 - O Centro da Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital São Lucas da PUCRS (COM/HSL/PUCRS) e o Hospital São Lucas da PUCRS (HSL/PUCRS) receberam certificação de Centro de Excelência Internacional em Tratamento da Obesidade Grave.

O processo de certificação tem a finalidade de criar uma cultura de segurança, qualidade e excelência dentro de uma organização que continuamente se esforça para melhorar os processos de cuidado ao paciente mantendo o padrão de excelência exigido pelo SRC.
Surgical Review Corporation (SRC) é uma organização americana sem fins lucrativos, dedicada a promover a segurança, eficácia e eficiência do atendimento na área de cirurgia bariátrica e metabólica.

2015 - COM foi recertificado como Centro de Excelência Internacional no tratamento da obesidade pelo Surgical Review Corporation (SRC).

2018 - Certificado pela Acreditação Canadense Qmentum, nível Diamante – uma das mais rigorosas certificações internacionais e com elevado nível de exigência de qualidade. Atualmente, apenas 100 unidades hospitalares no Brasil alcançaram esse reconhecimento.

Nova certificação em 2019.

É possível comemorar a Páscoa sem cometer exageros, mas com muito sabor aqui temos dicas e receitas para o almoço de Páscoa.

Para os bariátricos e quem está em processo de emagrecimento, a regra que vale é ingerir primeiramente os alimentos fontes de proteína.

Tradicionalmente, as receitas na páscoa contemplam peixes e preparações com ovos, sempre priorizando preparos cozidos, assados ou grelhados e evitando as versões fritas.

Veja nossas sugestões:

 

Salmão ao molho de iogurte e especiarias

Ingredientes:

1 filé de salmão
1/2 copo iogurte natural
Temperos à gosto (alecrim, curry, manjericão, outros)
Sal
Gergelim integral e preto

Modo de fazer: Numa embalagem plástica com lacre, misture o iogurte, alecrim, curry, manjericão e o sal. Acrescente o salmão à embalagem, retire o ar e lacre. Vire para envolver bem e deixe marinando em refrigeração por quatro horas. Pré-aqueça o forno a 230ºC. Retire o salmão do marinado e coloque numa assadeira antiaderente. Asse por dez minutos ou até ficar opaco no centro. Sirva polvilhado com gergelim.

Após servir o salmão, as melhores opções são os vegetais e saladas.

Sugerimos aqui uma salada bem colorida com ovos. 

E a sobremesa?

 

"Sorvete caseiro” de morango com calda chocolate

Ingredientes:

500 gramas iogurte natural grego, pode ser kefir sem soro (utilizei da marca yorgus)
1 polpa morango sem açúcar
Creme de avelã sem açúcar (utilizei a marca Flormel)
Chocolate 70% cacau
Castanhas trituradas para enfeitar.

Modo de fazer: Em um liquidificador, bata o iogurte com a polpa de morango, reserve no congelador. No micro-ondas, coloque ½ barra de chocolate 70% cacau para derreter (mexa a cada 30 segundos), reserve.

Montagem: Coloque 2 colheres sopa do iogurte batido com polpa de fruta, enfeite com fios de chocolate derretido, 1 colherinha de sobremesa de creme de avelã e as castanhas trituradas.
Rende: 4 porções.  

 

Nutricionista Paula Zubiaurre – Equipe Multidisciplinar do COM

Na Páscoa, as tentações são inúmeras, tanto nos mercados, com ovos de páscoa e chocolates maravilhosos, como nas confraternizações em casa, com refeições ricas em gorduras, carboidratos e sobremesas.

Como passar por essa época, sem exageros?

Se temos cuidado com a alimentação e controlamos o peso durante todo ano, não faz sentido cometer excessos na páscoa. Isso não quer dizer, que não possamos aproveitar a data e comemorar com alimentos diferentes, mas sempre podemos deixar opções clássicas da páscoa, mais saudáveis e saborosas.

Em relação ao chocolate, vamos comparar:

 

 

Chocolate ao leite

25g (6 quadradinhos) tem 138 kcal e 14g de carboidratos (ingrediente presente em maior quantidade é o açúcar)

 

Chocolate branco

25g (6 quadradinhos) tem 138 kcal e 14g de carboidratos  (ingrediente presente em maior quantidade é o açúcar)

. 

 

Chocolate 70% 

25g (6 quadradinhos)  tem 133 kcal e 9g de carboidratos (ingrediente presente em maior quantidade é massa de cacau)

 

DÚVIDAS FREQUENTES:

- Ah! Mas nem tem tanta diferença de kcal!!!

Verdade, mas em relação a qualidade nutricional, o chocolate 70% de cacau é muito mais saudável, por ter o teor de açúcar menor e uma maior proporção de cacau, que é rico em flavonoides e ação antioxidante.

- Então o chocolate 70% é saudável eu posso comer muito?

Não, pois também precisamos considerar o valor calórico e o excesso faz engordar. Aí vale a regra do equilíbrio, sem exageros, os 6 quadradinhos como uma sobremesa é uma boa opção. Bariátricos e diabéticos devem procurar os ovos e chocolates preparados com chocolate 70% de Cacau nas versões diet e ter uma páscoa saudável e sem excessos.

 

Nutricionista Paula Zubiaurre – Equipe Multidisciplinar do COM

A maior parte dos pacientes que são encaminhados para realizar cirurgia Bariátrica já fizeram inúmeros tratamentos prévios, alguns adequados e com resultados variados e outros “milagrosos” e até prejudiciais à saúde. Quando o paciente busca a equipe de Cirurgia Bariátrica, geralmente já está “cansado” de fazer dietas e tratamentos para emagrecer, já apresenta alguns problemas de saúde que limitam sua vida e deseja operar com a maior brevidade possível.

A Cirurgia Bariátrica é um procedimento eletivo, ou seja, não é uma cirurgia de urgência ou realizada na vigência de um risco iminente de vida. O preparo pré-operatório é fundamental tanto para reduzir risco cirúrgico quanto para orientar, educar e preparar física e emocionalmente o paciente para as mudanças que o organismo dele irá sofrer e que serão para o resto da vida.

Na Equipe Multidisciplinar o paciente será avaliado pelo Cirurgião Bariátrico que explicará os riscos e benefícios do procedimento e decidirá qual a técnica cirúrgica mais indicada para o paciente. Também será avaliado por um clínico ou endocrinologista que avaliará as comorbidades apresentadas pelo paciente e otimizará os tratamentos para reduzir ao máximo os riscos operatórios. O paciente será avaliado pelo nutricionista que irá auxiliar o paciente na mudança de hábitos alimentares desde o pré-operatório para que a dieta seja saudável, rica em nutrientes e de baixo valor calórico. Deverá também ser submetido à avaliação e acompanhamento psicológico e/ou psiquiátrico para ajudar a compreender melhor as dificuldades e limitações que poderão ocorrer antes e após a cirurgia e dar suporte para o paciente e seus familiares. Além destas avaliações básicas e indispensáveis, pode-se também incluir avaliações com diversos outros profissionais, tais como cardiologista, gastroenterologista, pneumologista, anestesista, fisioterapeuta, enfermeiro, fonoaudiólogo, odontólogo, educador físico, assistente social, entre outros.

Na avaliação pré-operatória serão realizados diversos exames complementares para avaliação de risco cirúrgico e, se necessário, tratamento. São feitos exames laboratoriais, ecografia abdominal, Raio-X de tórax, eletrocardiograma, Endoscopia digestiva alta, além de outros exames que poderão ser necessários dependendo das comorbidades que o paciente apresenta.

Os pacientes devem participar de reuniões preparatórias que são uma espécie de palestras realizada pelos membros da Equipe e que permitem debate entre pacientes em preparo para cirurgia, pacientes já operados e membros da Equipe multidisciplinar. Estas reuniões, aqui no COM, ocorrem duas vezes por mês e são extremamente úteis para esclarecimentos de dúvidas e interação.

Independente da técnica utilizada, todas as cirurgias levam a uma grande perda de peso, que é mais intensa nos primeiros 6 meses de pós-operatório e tende a estabilizar após 12-24 meses. O seguimento com a Equipe no pós-operatório é fundamental para que os resultados obtidos sejam os melhores possíveis e que se tenha o mínimo de complicações. Todo o paciente submetido à Cirurgia Bariátrica terá que repor diversos nutrientes e vitaminas que o organismo passa a não conseguir absorver dos alimentos ou absorve apenas parcialmente. Estas reposições, até prova em contrário, serão por toda a vida.

Resumindo quanto melhor for feito o preparo pré-operatório menor o risco de complicações cirúrgicas a curto e longo prazo, melhor o entendimento do paciente e de seus familiares a respeito das mudanças e resultados pós-operatórios e melhor adesão as mudanças de estilo de vida a longo prazo.

 

Dra Jacqueline Rizzolli

Endocrinologista do Centro de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital São Lucas da PUCRS.

Membro da Diretoria da ABESO, gestão 2019-2020.

A prática regular de atividade física traz muitos benefícios à saúde, entre eles, aumento do gasto energético, maior coordenação motora, melhora da capacidade cardiorrespiratória, diminuição do estresse e redução do risco de doenças (hipertensão, obesidade, diabetes). Entretanto, para uma vida saudável, é necessário aliar o exercício físico a uma dieta balanceada, contendo alimentos de todos os grupos e nas quantidades adequadas.

Normalmente durante o primeiro ano de pós-operatório há uma perda significativa de massa muscular. Esta perda muscular se dá devido à necessidade do corpo gerar energia “boa” enquanto perde peso. Por isso, a dieta deverá ser rica em proteínas (carne, leite e derivados), muitas vezes com suplementação e uma dose adequada de carboidratos complexos (cereal integral, frutas e verduras) para manter os músculos e as vitaminas em dia.

Durante a atividade física é fundamental a hidratação. Normalmente sugerimos a água para este papel, entretanto o metabolismo da pessoa que fez cirurgia bariátrica funciona um pouquinho diferente e por isso sugerimos há casos onde poderemos indicar isotônicos.

Para indivíduos que passaram pelo procedimento de cirurgia bariátrica é de extrema importância consultar com o nutricionista antes de iniciar atividade física. Na consulta será levada em consideração a frequência e intensidade do treino para definir um padrão adequado e saudável de alimentação.

Ganho de peso gestacional é:

O período gestacional é compreendido de 40 semanas, durante as quais ocorrem mudanças nos aspectos fisiológicos, metabólicos e nutricionais.

Em uma gestação normal, no 1º trimestre, a velocidade de ganho de peso materno é mais lenta, e a saúde do feto dependerá principalmente da condição nutricional pré-gestacional da mãe, não somente em relação às suas reservas energéticas, mas também quanto às de vitaminas e minerais.

No 2º trimestre a velocidade de ganho de peso é acelerada e no 3º trimestre é máxima. Neste período, que vai desde a 13ª semana de gestação até o momento do parto, o ganho de peso materno adequado, a ingestão de nutrientes, o fator emocional e o estilo de vida são determinantes para o crescimento e desenvolvimento normais do bebê.

Entretanto, após a cirurgia bariátrica, há um período em que é normal a grande diminuição no peso. Por isso, é importante que a paciente engravide somente após a estabilização da perda de peso. O ganho de peso adequado durante a gestação é fundamental para o desenvolvimento normal do bebê. Na gestação, devido ao intenso crescimento e desenvolvimento de tecidos, as necessidades de proteína estão aumentadas.

Fontes alimentares:

  • Carnes (magras, preparadas com pouca gordura)
  • Ovos (preferencialmente cozidos)
  • Leguminosas - feijão, grão de bico, ervilha
  • Proteína texturizada de soja
  • Suplementos alimentares hiperporteicos

Há diversos nutrientes que estão envolvidos no crescimento do feto, e a mãe sendo bariátrica deve ter uma atenção maior, como o cálcio, ácido fólico, vitamina B12, ferro, vitamina A, vitamina C, zinco, por isso é de extrema importância o acompanhamento mais periódico com a equipe multidisciplinar, assim que souber da gestação.

Proteína é um termo de origem grega que significa “de primeira importância”. Através desta denominação tão complexa já podemos perceber a sua importância na manutenção e propagação da vida. A proteína é considerada o maior componente funcional e estrutural de todas as células do organismo. Ela age na reparação e construção de tecidos, sendo essencial em dietas para perda de peso e na atividade física.

A molécula de proteína é construída a partir de seus aminoácidos. Entre estes, há oito que são chamados de essenciais, isto é, não são produzidos pelo nosso organismo, devem ser fornecidos pelos alimentos. Os outros 13 produzidos no organismo são chamados de não-essenciais.

  • Aminoácidos essenciais: Leucina, isoleucina, valina, triptofano, metionina, fenilalanina, treonina e lisina (a histidina é um aminoácido essencial na infância).
  • Aminoácidos não-essenciais: Alanina, arginina, ácido aspártico, aspargina, ácido glutâmico, cistina, cisteína, glicina, glutamina, hidroxiprolina, prolina, serina e tirosina Os aminoácidos essenciais contribuem consideravelmente para o aumento da resistência física, pois durante as atividades de longa duração são utilizados pelos músculos para fornecimento de energia. As proteínas podem ter:
  • Origem animal - ovos, o leite, a carne, o peixe e as aves. São consideradas fontes completas, pois possuem todos os aminoácidos essenciais em quantidades e proporções ideais para atender às necessidades orgânicas.
  • Origem vegetal - lentilhas, feijões, ervilhas, soja, etc. Estas são consideradas fontes incompletos em termos de conteúdo protéico e, portanto, possuem um valor biológico relativamente menor.

Nossos cabelos e unhas são constituídos pelo mesmo tipo de proteína que o nosso próprio corpo produz, a queratina, para produção normal é importante a ingestão de alimentos como, carne, leite e ovos, e outros. Esses alimentos são fornecedores de vitamina B12, que é essencial na formação de queratina. A sua ausência/deficiência também provoca a queda de cabelo e o enfraquecimento das unhas, além de outros problemas.

A queda de cabelo normalmente ocorre nos primeiros meses de pós-operatório (entre o 3º e 6º mês de pós-operatório). Isso é devido a diversos fatores como a própria perda de peso, baixa ingestão de proteínas, zinco, deficiência de vitamina D, stress, deficiência de biotina e deficiência de ácidos graxos essenciais (gorduras boas), e sua intensidade varia de pessoa para pessoa e devido à seu estado nutricional.

A queda de cabelo é passageira e não há relatos de calvície provocada pela cirurgia bariátrica, entretanto é fundamental acompanhamento médico e nutricional para reposição dos nutrientes necessários. Assim como os cabelos sofrem com a perda de vitaminas, as unhas também podem estar enfraquecidas no processo de desnutrição.

Para cabelos fortes e unhas saudáveis após a cirurgia bariátrica, é fundamental alimentação balanceada, rica em proteína e principalmente o uso de suplementos vitamínicos recomendados pela nutricionista e ou médico.

O Cálcio é um dos mais importantes e estudados minerais do organismo, em virtude da sua relação com a formação e manutenção da massa óssea. Está distribuído da seguinte forma: 98% nos ossos; 1% nos tecidos; 1% nos dentes.

Função: força e estrutura dos ossos, contração muscular, transmissão de impulsos do sistema nervoso e cérebro, manutenção dos batimentos cardíacos, coagulação sanguínea e secreção de hormônios. O consumo de cálcio durante a vida é um pré-requisito para a saúde do osso, pois o cálcio é necessário para formação deste durante o crescimento e para a manutenção e integridade durante a fase adulta.

A deficiência de cálcio pode ocasionar: retardo no crescimento, raquitismo, osteopenia (10 a 25% perda massa óssea), osteoporose (superior a 25% perda de massa óssea), convulsões1, fadiga muscular, constipação, hipertensão. A osteopenia ocorre por prolongada baixa ingestão de cálcio que induz uma retirada do mineral dos ossos para manter o coração e os músculos funcionando adequadamente.

Fontes alimentares de cálcio: leite, iogurte e queijos são as fontes mais ricas em cálcio e de mais fácil absorção. Invista em alimentos à base de soja, ingerindo assim mais isoflavonas. Ex: grão de soja, farinha de soja, leite de soja, tofu. Vegetais verde escuro, leguminosas, amêndoas e sardinha são ótimas fontes de cálcio, apesar de não serem laticínios.

A vitamina D é importante para a fixação do Cálcio nos ossos, e para que ocorra a sua síntese, é necessário a exposição diária ao sol, no mínimo 15 minutos, antes das 10 horas da manhã ou após às 16 horas. Os alimentos fonte de vitamina D são os peixes e os alimentos fortificados (leites e cereais). Atenção, pois devido à bariátrica não são todos os tipos de suplementos a base de cálcio que são bem absorvidos no organismo, por isso melhor a suplementação deve ser seguida conforme a prescrição do médico ou nutricionista.

O tratamento nutricional do Diabetes Mellitus tem por objetivo o controle metabólico da doença, dentre este o controle da glicemia.

CONTROLE DA GLICEMIA = CONTROLE DO NÍVEL DE AÇÚCAR NO SANGUE

Hiperglicemia: altos níveis de açúcar no sangue, as suas causas são:

  • Uso inadequado de insulina.
  • Resistência à insulina ou aumento da ingestão alimentar.
  • Os sintomas incluem aumento da sede, perda de peso, urinar frequente.

Hipoglicemia: baixos níveis de açúcar no sangue, as suas causas são:

  • Efeito rebote: Após ingestão de alta concentração de açúcares, por hiperinsulinemia.
  • Ingerir menos que a quantidade prescrita, atrasar ou omitidos uma ou mais refeições;
  • Exercícios vigorosos ou continuados sem os cuidados necessários;
  • Má absorção da quantidade de alimentos ingeridos, por situações de vômito e/ou diarréia.
  • Ingestão de álcool sem alimentos.

O Índice Glicêmico (IG) é um indicador da taxa de absorção dos carboidratos presentes nos alimentos e demonstra a taxa de glicose sanguínea, se altera após a ingestão dos alimentos em um determinado tempo. Classifica a velocidade/rapidez com que o carboidrato de um alimento é digerido, absorvido e usado pelo organismo. Quanto, mais lento é esse processo, mais baixo é o IG dos alimentos e mais tempo levará para você sentir fome novamente.

Alimentos com Índice Glicêmico moderado e baixo: em geral são mais difíceis de serem absorvidos, o que prolonga a sensação de saciedade e evita o aumento repentino e intenso de glicose no sangue; ajudam a melhorar o controle da glicose na corrente sanguínea e a reduzir taxas elevadas de triglicerídeos; aumentam a resistência do corpo durante a prática de exercícios se ingeridas antes das atividades físicas prolongadas e extenuantes.

Alimentos com Índice Glicêmico alto: são rapidamente digeridos e absorvidos pela corrente sanguínea sob a forma de glicose; fazem o pâncreas liberar mais insulina para metabolizar o excesso de glicose no sangue; provocam uma sensação de saciedade de pouca duração, que logo é substituída por nova sensação de fome; favorece o acúmulo de gordura nas células e com isso o ganho de peso.

Página 1 de 3